Muitas centenas de pessoas participaram, este sábado, em Braga, nas comemorações dos 52 anos do 25 de Abril e dos 50 da Constituição, numa jornada que juntou a CGTP, associações, movimentos cívicos e partidos de esquerda.
Na avenida Central, o local tradicional da concentração das festas do Dia da Revolução, viam-se membros da CGTP, representada em peso com toda a direção regional, elementos de movimentos cívico, nomeadamente da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, de coletivos LGBTQ+ e de apoio à Palestina, além de militantes do Livre, PAN, PCP e sobretudo do Bloco de Esquerda, estes concentrados como sempre junto do Coreto.
O desfile fez ouvir pelas ruas do centro histórico da cidade os protestos contra a “política de direita’ do Governo PSD/CDS e a sua proposta de pacote laboral – liminarmente rejeitada pela CGTP: “Não vamos desistir, o pacote é para cair” ou “O pacote laboral só interessa ao capital”.
O custo de vida, traduzido no encarecimento semana a semana do cabaz alimentar, a habitação e os “salários de miséria” são temas que dominam, ano após ano, as manifestações de 25 de Abril e este sábado não foi diferente.
“O custo de vida aumenta, o povo não aguenta”, “Mais salário, menos horário” tornaram-se a ouvir, a exemplo de duas outras: “Está por cumprir a Constituição de Abril”, “Queremos Paz, Pão e Direito à Habitação”.
Antes do inicio do desfile ouviu-se a ‘Grândola, Vila Morena’ por que “25 de Abril Sempre, Fascismo nunca Mais”.


















































































