Sandra Pimenta é a cabeça de lista do PAN à Câmara Municipal de Famalicão e Catarina Rocha vai liderar a candidatura do partido à Assembleia Municipal, sob o mote “Famalicão Merece Melhor”.
Em comunicado, o partido refere que esta é “uma candidatura liderada no feminino e que acredita ser possível trabalhar para um concelho onde ninguém fica para trás”.
Num evento partilhado com a comunidade, simpatizantes, filiadas e filiados, o PAN deu a conhecer, este sábado, as principais linhas orientadoras do seu programa autárquico.
“Uma política de proximidade, transparente, assente numa administração aberta foram alguns dos tópicos lançados por Catarina Rocha”, refere o partido, explicando algumas das ideias da candidata à Assembleia Municipal, órgão que “desempenha um papel fundamental naquilo que deve ser uma democracia plural e que permita uma participação ativa e próxima das pessoas”.
“Mas esta também pode ter um papel mais ativo, por isso queremos descentralizar a realização das Assembleias Municipais, garantir que o regimento da Assembleia Municipal seja revisto permitindo a participação cidadã no início das sessões, assim como o aumento do tempo de intervenção”, referiu Catarina Rocha.
Por sua vez, Sandra Pimenta deixou duras críticas ao executivo nomeadamente pela “falta de visão a médio e longo prazo na organização do território, e pelas más decisões que o mesmo tem levado nos últimos anos e que tem hipotecado a sustentabilidade do concelho”.
“Continuar a utilizar o chavão do terceiro concelho exportador para justificar tudo a alguns, sem avaliar os impactos negativos, quer para a população quer para o ambiente, não pode mais ser acolhido. A autarquia é uma entidade pública que deve servir e defender o interesse público. E nós não abdicaremos disso”, defendeu a candidata à Câmara Municipal.
Segundo o comunicado, o partido aponta como prioridade a “elaboração de uma Estratégia para a Habitação, que dê respostas efetivas às falhas que o mercado apresenta”. “Um plano de respostas efetivas para apoiar vítimas de violência doméstica, a criação de zonas florestais protegidas e um projeto de desacorrentamento de animais companhia” são outras ideias sublinhadas pelo PAN.




