A tia e a irmã de Mónica Silva, a grávida que está desaparecida desde outubro de 2023, na Murtosa, vão ser julgadas por difamação a Fernando Valente, o homem que o Ministério Público (MP) acusou de homicídio, mas que acabou absolvido pelo Tribunal de Aveiro.
De acordo com o Jornal de Notícias, que avança esta segunda-feira a informação, o MP decidiu acompanhar a acusação particular, mas apenas contra a tia e somente por declarações prestadas e comentários escritos numa rede social num único dia.
O JN adianta que o empresário Fernando Valente, na queixa feita no ano passado, baseou grande parte da acusação particular no facto de o julgamento integrar jurados, entendendo que estes podiam deixar-se influenciar pelas publicações.
Fernando Valente imputa seis crimes de difamação agravada à tia da grávida, Filomena Silva, e um a Sara Silva, a irmã gémea de Mónica, com base nas entrevistas que concederam aos jornalistas e a publicações nas redes sociais.
O empresário da Murtosa pede indemnizações de cinco mil euros à tia e de mil euros à irmã de Mónica Silva.



