O cabeça de lista do movimento independente Amar e Servir Braga, Ricardo Silva, defendeu esta sexta-feira a imediata colocação do parque ecomonumental das Sete Fontes à fruição da população, com a limpeza e desmatação do espaço e colocação de mobiliário urbano.
Em declarações à Lusa no âmbito da campanha eleitoral para as autárquicas, Ricardo Silva sublinhou ainda a necessidade de uma intervenção de manutenção no equipamento propriamente dito.
“As Sete Fontes foram restauradas em 2014 e desde então nunca houve uma aposta séria neste monumento nacional”, criticou.
O candidato independente aludiu, concretamente, a portas a cair, dobradiças em mau estado e equipamentos que não funcionam.
“A porta está aberta, qualquer criança pode aceder, a segurança pode estar em causa”, alertou o cabeça de lista independente à Câmara de Braga.
O parque ecomonumental das Sete Fontes contará com 30 hectares de espaço verde público, 30 hectares de área florestal privada e 30 hectares de área urbana, com criação de praças, pequenas edificações de apoio, miradouros, percursos pedestres e cicláveis.
O elemento central das Sete Fontes é o ancestral sistema de abastecimento de água à cidade de Braga, uma obra hidráulica do século XVIII classificada como monumento nacional desde 2011.
“A câmara já tem a posse de 80% do espaço e há que pôr esse espaço imediatamente à disposição da população”, defendeu.
Ricardo Silva quer ainda uma aposta na criação de mais espaços verdes, nomeadamente nas novas urbanizações.
“Em cada nova urbanização, criar micro espaços verdes, que são fonte de vida e de saúde”, advogou.
Ricardo Silva foi presidente da Junta de Freguesia de São Victor nos últimos 12 anos.



