Duas reportagens de estudantes da Universidade do Minho venceram a categoria de Ciberjornalismo Académico na 18ª edição dos Prémios ObCiber, cuja gala decorreu no Porto. “Amor com Amor se Paga“, de Camila Valente e Manuel Patela, sobre a vida de quem cuida, foi a Escolha do Júri, enquanto “Fardas que pesam“, de Catarina Gonçalves e Constança Costa, sobre a saúde mental dos profissionais de saúde, foi a Escolha do Público na mesma categoria.
Ambas as reportagens saíram no ComUM, o jornal online dos estudantes de Ciências da Comunicação da UMinho, que é o quinto órgão de informação mais premiado neste concurso nacional anual, após o Público, Rádio Renascença, Expresso e JN.
«Os estudantes da UMinho foram já laureados 14 vezes pelo ObCiber numa década, o que confirma o seu talento e a qualidade da formação nesta academia», destaca a UMInho.
EDIÇÕES ANTERIORES
As anteriores reportagens premiadas foram “Por onde já não navegamos”, de Rui Barros e Ricardo Castro (2015), “26km2 de silêncio entre Portugal e Espanha”, de Paulo Costa e Pedro Esteves (2017), “Águas paradas movem o Tâmega?”, de Ana Maria Dinis e Ana Rita Martins (2018), “Entre o éter e o digital, ‘a rádio é aquilo que somos’”, de Diogo Rodrigues e Rui Araújo (2019), “Nas profundezas do íntimo. A pornografia à sombra do desejo”, de Ana Sousa, Beatriz Duarte e Rui Pedro Félix (2021), “Nas profundezas do íntimo. A pornografia à sombra do desejo”, de Ana Sousa, Beatriz Duarte e Rui Pedro Félix (2021).
Foram depois destacadas as reportagens “Adoção. Um ADN que se une na alma e no coração”, de Joana Lopes e Tiago Picas (2022), “‘É aqui que se morre de frio’”. Pobreza Energética em Portugal”, de Hugo Gonçalves, João Ângelo e Patrícia Silva (2022), “Cuidadores informais e a falta de apoio”, de Maria Carvalho e Nuno Diogo Pereira (2023), “Entre o Sentir e o Ser”, por Ilda Lima, Joana Oliveira e Maria Francisca Barros (2023) e “Famílias sem título. De coração aberto e braços apertados”, de Ana Ferreira e Marta Rodrigues (2024).
Na última década, os alunos de Ciências e do seu jornal ComUM também sorriram duas vezes na categoria “Estudante” do Prémio Fernando de Sousa, atribuído pela Representação da Comissão Europeia em Portugal. Foi com a reportagem “O ‘bicho-papão’ não mora aqui”, de Pedro Costa, Tiago Ramalho, Pedro Esteves e Paulo Costa (2017), sobre os bairros sociais de Famalicão, e “Luz ao Fundo da Europa”, de Eduardo Miranda, Hélio Carvalho e João Pedro Quesado (2018), sobre uma família refugiada em Portugal.
Em 2023, Patrícia Silva e Catarina Magalhães, levaram o “Prémio Universitário Revelação” no 7º Prémio Jornalismo em Saúde, da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica e do Clube de Jornalistas, pela reportagem “Violência obstétrica: Ninguém nos faz o parto, o parto somos nós que o fazemos”. Já Carina Ribeiro, Marta Ferreira e Soraia Fiúza receberam em 2024 o Prémio “Jornalismo Desportivo – Jovem Revelação” do Comité Paraolímpico de Portugal, com a reportagem multimédia “Vidas Adaptadas ao Desporto”.



