O Centro Social do Vale do Homem (CSVH), sediado na freguesia de Lanhas, em Vila Verde, pretende implementar a “Casa da Alegria 6.0”, um projeto para “elevar as respostas para pessoas com Alzheimer e outras demências, integrando arquitetura intuitiva e amiga das demências, aliada a terapias inovadoras e baseadas na evidência, preparando uma resposta diferenciadora e orientada para o futuro”.
A novidade foi anunciada esta segunda-feira pela instituição, num comunicado em que refere que esteve representada em “dois momentos relevantes” para o setor social e da saúde: na Assembleia Geral da HUMANITAS – Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, em Viseu, enquanto membro e associado ativo, e nas XXII Xornadas Internacionais para Profissionais, organizadas pela AFAGA Alzheimer, em Vigo.
“Estes dois eventos reforçam o posicionamento do CSVH como instituição empenhada na inovação, na defesa dos direitos e na qualificação das respostas dirigidas a pessoas com deficiência e demência. Para termos respostas de excelência, o CSVH tem vindo a investir de forma estratégica no conhecimento, nas parcerias e na modernização dos seus projetos”, refere o comunicado.
Segundo o CSVH, no domínio da deficiência, “este compromisso reflete-se também na recente abertura da Casa Mãe em Vila Verde e na futura abertura, prevista para o Verão de 2026, das Casas da Aldeia em Barcelos, iniciativas estruturantes que consolidam a ambição do CSVH de se afirmar como referência nacional no apoio às pessoas com deficiência intelectual e suas famílias”.
“A participação na Assembleia Geral da HUMANITAS permitiu ao CSVH acompanhar os trabalhos federativos, contribuir para a reflexão estratégica da área e fortalecer o compromisso com a promoção da inclusão e da qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual”, explica.
Já nas XXII Jornadas da AFAGA, o CSVH marcou presença enquanto “entidade interessada e atenta às evoluções na investigação e intervenção em demências, absorvendo conhecimento essencial para a melhoria contínua das suas práticas”.
“Nesta área, destaca-se ainda o trabalho em curso no âmbito da Casa da Alegria 6.0, um projeto que pretende elevar as respostas para pessoas com Alzheimer e outras demências, integrando arquitetura intuitiva e amiga das demências, aliada a terapias inovadoras e baseadas na evidência, preparando uma resposta diferenciadora e orientada para o futuro”, refere o CSVH.
MOLDAR O SETOR
Para o presidente da instituição, Jorge Pereira, estas duas participações, para “além de muitas outras” que a instituição desenvolve regularmente, refletem a “visão de que uma instituição moderna tem de estar ligada às redes certas — sejam federativas, científicas ou técnicas”.
“Estar presente na HUMANITAS e nas jornadas da AFAGA permite-nos aprender, partilhar e alinhar o CSVH com aquilo que de melhor se faz na Europa em matéria de deficiência intelectual e demências”, garante Jorge Pereira.
O dirigente acrescenta ainda que “o CSVH não se limita a acompanhar o setor: quer ajudar a moldá-lo”. “A nossa presença constante em fóruns de discussão, como estes, demonstra a ambição de inovar, de crescer e, sobretudo, de elevar a qualidade das respostas que prestamos diariamente às pessoas e famílias que confiam em nós”, conclui.





