Antes da recitação do Angelus, Leão XIV dirigiu o seu pensamento às zonas de guerra e de privação extrema. “Rezemos todos juntos pela paz. Antes de tudo, pela paz entre as nações ensanguentadas por conflitos e miséria”, pediu, estendendo a prece à esfera privada das famílias “feridas pela violência e pela dor”.
Para o Pontífice, a renovação do tempo que o novo ano representa exige uma mudança profunda de atitude: “Sem este desejo de bem, não faria sentido preencher as nossas agendas”, sublinhou.
Com o Jubileu prestes a terminar, o Papa recordou os ensinamentos deste ano santo, destacando a necessidade de transformar “os erros em perdão e a dor em consolação”.
Leão XIV reiterou a mensagem que marcou o início do seu pontificado, apelando a uma “paz desarmada e desarmante”, que deve começar no íntimo de cada indivíduo.
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