A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 13 e 19 de março, um conjunto de operações em todo o território nacional que resultaram em 625 detenções em flagrante delito. A condução sob o efeito do álcool destacou-se como a principal causa, com 262 detidos.
De acordo com o balanço provisório divulgado pela força de segurança, foram ainda registadas 132 detenções por condução sem habilitação legal e 23 por tráfico de estupefacientes. No âmbito da criminalidade violenta, contam-se nove detenções por violência doméstica e 34 por furto e roubo.
Foram também detidas 17 pessoas por posse ilegal de armas ou armas proibidas e oito por suspeita de incêndio florestal.
No que diz respeito a apreensões, a GNR retirou de circulação diversas substâncias ilícitas, incluindo 1 784,8 doses de haxixe, 289,55 doses de cocaína, 77,06 doses de liamba e 51,2 doses de heroína, além de sete selos de LSD. Foram ainda apreendidas 27 armas de fogo, 31 armas brancas ou proibidas, 618 munições e 42 unidades de explosivos.
As autoridades apreenderam igualmente 40 veículos e mais de 6 200 euros em numerário.
No domínio rodoviário, foram detetadas 8 656 infrações. Entre as principais irregularidades registadas estão 1 393 excessos de velocidade e 1 294 situações de falta de inspeção periódica obrigatória. Destacam-se ainda 375 infrações por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei.
Outras infrações relevantes incluem 377 casos de falta de seguro de responsabilidade civil, 313 por uso incorreto do cinto de segurança ou sistemas de retenção para crianças e 261 por utilização indevida do telemóvel durante a condução.
A GNR sublinha que estas operações visaram reforçar a prevenção e o combate à criminalidade, bem como reduzir a sinistralidade rodoviária, mantendo a fiscalização em diversas áreas de âmbito contraordenacional em todo o país.



