O Município de Braga inaugurou um busto em homenagem ao Comendador Monsenhor Padre José Vaz Pinto, natural da freguesia de Celeirós, reconhecendo o seu percurso dedicado ao trabalho pastoral junto das comunidades portuguesas emigrantes em países como França e o Reino Unido.
A cerimónia evocou a memória e o legado de uma figura considerada marcante tanto para a comunidade local como para a diáspora portuguesa, sublinhando o impacto do seu trabalho junto dos emigrantes.
O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, marcou presença na inauguração e aproveitou a ocasião para visitar a União de Freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro, acompanhado pelo presidente da junta, Carlos Guimarães.
Durante a deslocação, o autarca acompanhou várias intervenções em curso e recentemente concluídas no território, destacando o crescimento da zona e o investimento municipal. “Esta é uma área em crescimento, onde o Município tem vindo a investir de forma consistente e onde continuará a apostar. A relação de proximidade com as juntas de freguesia é essencial para identificar as necessidades reais de cada território e dar-lhes respostas concretas”, afirmou.
Entre os projetos visitados esteve a requalificação e alargamento de várias vias — Rua de Andrias, Travessa do Paço, Beco de Andrias e acesso à Rua de Segões — num investimento de cerca de 210 mil euros. A intervenção incluiu melhorias na circulação e segurança rodoviária, renovação de pavimentos, qualificação do espaço público e reformulação das redes de águas pluviais e saneamento.
A comitiva passou ainda pela Unidade de Saúde Familiar de São Lourenço, onde decorre uma obra avaliada em cerca de 203 mil euros.
A visita serviu também para identificar necessidades futuras da freguesia. O presidente da junta destacou como prioritárias intervenções no cemitério de Aveleda, em arruamentos de Vimieiro e Aveleda e no Parque Industrial de Celeirós.
Para João Rodrigues, o investimento nas freguesias é determinante para o desenvolvimento equilibrado do concelho. “Investir no espaço público, nos equipamentos e nas pessoas é investir na coesão do território. Braga não se faz só no seu centro, faz-se também em cada freguesia, em cada comunidade que merece as mesmas condições de qualidade de vida”, concluiu.


















