A Guarda Nacional Republicana (GNR) deteve 622 pessoas em flagrante delito entre os dias 5 e 11 de junho, no âmbito das operações de prevenção e combate à criminalidade, segurança rodoviária e fiscalização realizadas em todo o território nacional.
Segundo o balanço operacional provisório divulgado pela força de segurança, a condução sob o efeito do álcool foi a principal causa das detenções, com 234 casos registados. Seguem-se 110 detenções por condução sem habilitação legal, 42 por tráfico de estupefacientes, 33 por furto e roubo, 27 por violência doméstica, nove por posse ilegal de armas ou armas proibidas e seis relacionadas com incêndios florestais.
Durante o mesmo período, a GNR procedeu à apreensão de diversas substâncias ilícitas, entre as quais 1.333,42 doses de haxixe, 191,05 doses de cocaína, 24,82 doses de liamba, 21,7 doses de MDMA, 10,24 comprimidos da mesma droga sintética e 14 pés de canábis.
As operações permitiram ainda a apreensão de 32 armas de fogo, 13 armas brancas ou proibidas, 1.132 munições, 14 veículos e 5.716,34 euros em numerário.
No domínio da fiscalização rodoviária, a Guarda detetou 6.758 infrações. O excesso de velocidade continua a ser a infração mais frequente, com 2.847 autos levantados.
Entre as restantes infrações destacam-se 1.060 por falta de inspeção periódica obrigatória, 372 por condução com taxa de álcool superior ao limite legal, 325 relacionadas com deficiências nos sistemas de iluminação e sinalização e 296 por incumprimento das normas relativas aos tacógrafos.
Foram igualmente registadas 223 infrações por falta de seguro de responsabilidade civil, 190 por utilização incorreta ou ausência de cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças e 173 por uso indevido do telemóvel durante a condução.
A GNR refere que estas ações fazem parte da sua atividade operacional regular, destinada a reforçar a segurança pública, prevenir comportamentos de risco e promover o cumprimento da legislação em vigor.



