A Câmara de Viana do Castelo está a assegurar diversas ações de vigilância florestal em períodos e áreas rurais críticas, numa perspetiva dissuasora, contribuindo para a redução do número de comportamentos de risco e para a redução do tempo de deteção e resposta a eventuais ocorrências de incêndios.
A autarquia refere que “a vigilância constitui um importante complemento aos meios tradicionais de vigilância, permitindo uma maior proximidade ao território, facilidade de acesso a determinadas zonas florestais e uma presença dissuasora e pedagógica junto da população”.
Já esta segunda-feira, foi aprovada em reunião de Câmara o contrato interadministrativo entre o município e a Freguesia de Vila de Punhe, onde reconhecem a importância do reforço das ações de vigilância e sensibilização no Monte de Roques, em especial durante o período crítico de incêndios rurais
Nesse sentido, esta época mais crítica, o concelho conta. além de protocolo com a Escola dos Serviços do Exército para vigilância da Serra de Santa Luzia e área envolvente, de 1 de junho a 30 de setembro, a autarquia tem ainda um protocolo com a Junta Regional do Corpo Nacional de Escutas de Viana para vigilância de São Silvestre (Cardielos), Santa Luzia e Senhora do Crasto (Deocriste), de 15 de julho a 15 de setembro.
O protocola com a Junta Regional do Corpo Nacional de Escutas de Viana do Castelo CNE– Vigilância Florestal 2026 integra vigilância e sensibilização em três locais, nomeadamente na Serra de Santa Luzia, Senhora do Crasto e São Silvestre, por dois escuteiros por turno, todos os dias, incluindo fins-de-semana.
Tem igualmente contratos interadministrativo de delegação de competências para a realização de ações de vigilância e sensibilização no Monte de Roques, de 8 de julho e 15 de setembro, podendo, sempre que se justifique, ser realizadas noutros períodos considerados necessários pelas partes.
Neste âmbito, é efetuada a coordenação com a GNR, entidade com competência na coordenação da vigilância.




