O senador republicano Lindsey Graham morreu aos 71 anos, na sequência de uma “doença súbita”, anunciou a sua equipa. O político norte-americano, representante do estado da Carolina do Sul no Senado, era uma das figuras mais influentes do Partido Republicano e um dos principais aliados de Donald Trump, sobretudo nas áreas da política externa e defesa.
A morte de Graham ocorreu pouco depois de o senador ter regressado de uma deslocação à Ucrânia, onde se encontrou com o presidente Volodymyr Zelensky. A visita integrava o seu acompanhamento regular da situação internacional e do apoio norte-americano a Kiev.
Donald Trump já reagiu ao desaparecimento do senador, descrevendo-o como “um verdadeiro patriota” e destacando a dedicação de Graham ao serviço público. O antigo presidente norte-americano recordou o papel desempenhado pelo republicano como aliado em matérias de política externa e manifestou pesar pela perda de uma figura próxima.
Natural da Carolina do Sul, Lindsey Graham chegou ao Senado em 2003, depois de uma passagem pela Câmara dos Representantes. Ao longo de mais de duas décadas em Washington, assumiu posições de destaque em importantes comissões do Senado e tornou-se uma das vozes republicanas mais conhecidas em temas como segurança nacional, relações internacionais e defesa.
A relação política entre Graham e Trump evoluiu ao longo dos anos. Inicialmente crítico do então candidato republicano durante as primárias de 2016, o senador tornou-se posteriormente um dos seus mais próximos apoiantes no Congresso, defendendo várias das suas posições políticas e funcionando como uma das principais pontes do presidente com o Senado.
A equipa de Lindsey Graham pediu privacidade para a família neste momento, não tendo divulgado detalhes adicionais sobre a causa da morte.



