O governante rejeitou as críticas de que a classificação digital das provas tenha sido uma experiência improvisada, afirmando que Portugal está apenas a seguir “as melhores práticas internacionais”. Recordou ainda que o processo de digitalização dos exames teve início há quatro anos, durante o anterior Governo.
“Não há aqui experimentalismo”, afirmou Fernando Alexandre.
O ministro explicou que as regras do concurso já contemplam a atualização das classificações e permitem aos candidatos alterar a candidatura ao Ensino Superior caso a nota seja modificada na sequência de um pedido de reapreciação.
“Nenhum aluno vai ser prejudicado”, garantiu, adiantando que os erros de digitalização estão a ser corrigidos.
Fernando Alexandre manifestou ainda a expectativa de que todas as classificações afetadas pelos problemas informáticos sejam corrigidas até ao final da semana. Depois de conhecerem a nota definitiva, os alunos poderão decidir se pretendem ou não solicitar a reapreciação da prova.



