A mudança decorre da Lei n.º 32/2026, que determina a conversão automática dos institutos politécnicos em universidades politécnicas, desde que possuam acreditação institucional sem condições atribuída pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), requisito cumprido pelo IPCA.
Com esta alteração, a instituição passa a integrar o ainda reduzido grupo de antigos institutos politécnicos que adquirem o estatuto de universidade politécnica ao abrigo do novo regime jurídico.
Numa mensagem dirigida à comunidade académica, a presidente da instituição, Alexandra Malheiro, considera que a nova designação representa “o reconhecimento do percurso de afirmação institucional do IPCA e da qualidade do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos”.
A responsável acrescenta que esta mudança reforça a missão e a responsabilidade da instituição perante estudantes, diplomados, trabalhadores, parceiros e a sociedade.
Também na segunda-feira, o Conselho Geral aprovou o Plano Estratégico da instituição para os próximos quatro anos, documento que irá orientar a atividade da futura Universidade Politécnica do Cávado e do Ave.



