A Ordem dos Advogados instaurou um processo disciplinar a uma advogada na sequência de uma queixa formal feita por um casal de emigrantes, ambos naturais de Marrancos, em Vila Verde, que acusam a jurista de os ter enganado.
Em junho, conforme então “O Vilaverdense” noticiou, o casal avançou com diversas queixas à GNR, ao Ministério Público e à Ordem dos Advogados, alegando que a advogada e uma alegada amiga, natural da Loureira, os terá enganado.
Segundo as acusações de Arménio Sequeira e Ana Bela Sequeira, as duas terão lucrado sobretudo à custa de ouro e dinheiro do casal, causando um prejuízo então avaliado em cerca de 500 mil euros.
Na ocasião, Ana Bela Sequeira explicou que a amiga, natural da freguesia da Loureira, ficou com as suas peças de ouro, ao passo que a advogada cobrou “honorários exorbitantes”. A queixosa refere que as duas mulheres a convencerem a vender um carro e peças de ouro para “pagar” ao “juiz de Vila Verde”.
Tudo começou quando este casal se separou durante um ano, altura em que as mulheres se terão aproveitado da fragilidade da situação. Entretanto, o casal já se reconciliou e, assim, apercebeu-se da “desonestidade” da amiga da mulher e da advogada, o que deu origem às queixas.



