O advogado Paulo Topa, suspeito de liderar um esquema de desvio milionário de massas insolventes, vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, conforme decisão do juiz de Instrução Criminal do Porto.
A medida de coação mais gravosa foi aplicada após o arguido ter sido detido no passado sábado, naquela que foi já a terceira detenção ao longo deste ano. De acordo com a investigação, Paulo Topa é suspeito de estar envolvido num esquema de apropriação indevida de valores pertencentes a processos de insolvência, causando prejuízos de elevado montante.
As autoridades judiciais consideraram existirem fortes indícios da prática dos crimes, bem como perigo de fuga, uma vez que o advogado estaria alegadamente a preparar a saída do país com destino ao Brasil.
O processo continua em fase de investigação, estando agora o arguido sujeito à medida de coação de prisão preventiva, enquanto prosseguem as diligências para o apuramento integral dos factos e responsabilidades.



