O edifício dos antigos Paços do Concelho da Vila de Prado acolheu o acto de instalação da Assembleia de Freguesia da Vila de Prado, resultante das eleições autárquicas realizadas no passado dia 12 de outubro.
Na última noite, Albano Bastos renovou a liderança da Junta de Freguesia para o mandato 2025-2029. O executivo completa-se com o secretário Higínio Castilho e a tesoureira Vânia Duarte.
A Assembleia de Freguesia vai continuar a ser presidida por Nuno Queirós, acompanhado por Sónia Cristina dos Santos Vale e Araújo e Susana Maria Pereira de Sousa, Primeira e Segunda secretarias, respectivamente.
Na tomada de posse, Albano Bastos assinalou as obras que marcarão o novo mandato: renovação em frente ao edifício dos antigos Paços do Concelho, a renovação da Praceta da Botica, a melhoria do espaço da praia fluvial do Faial, a iluminação cénica da ponte, novas pontes sobre o rio Febros na Fuzelha, a pavimentação de mais ruas, a conclusão do alargamento do cemitério e a continuação da renovação do cemitério “velho”.
E projetou o futuro imediato: “Nos próximos tempos, vamos focar-nos em cumprir aquilo que apresentamos no nosso programa e em tentar proporcionar-vos aquilo a que nos comprometemos”.
Acreditando poder contar, como sempre, com o imprescindível apoio do Município de Vila Verde, o presidente deixou a promessa de continuar a desempenhar o cargo “sempre com a minha dedicação e empenho total no exercício desta função ”, mostrando-se pronto para “ser o vosso porta voz”.
NUNO QUEIRÓS QUER ASSEMBLEIA DE FREGUESIA “PLURAL”
Já Nuno Queirós começou por falar em responsabilidade e em pluralidade.
“A democracia constrói-se na pluralidade , no respeito mútuo e no diálogo constante”, vincou.
Referindo-se ao facto das freguesias serem chamadas a desempenhar um papel cada vez mais relevante na vida das populações, o presidente da Assembleia relembrou que “a Vila de Prado é uma terra com identidade, com história, com gente que trabalha, que sonha e que merece instituições à altura das suas inspirações”.
Ciente do cargo, Nuno focou “transparência, rigor e respeito pelas regras democráticas”, pedindo, aos membros da Assembleia, “elevação”.
“Durante estes quatro anos, o nosso partido dever-se-á chamar Vila de Prado”, aconselhou, enquanto acrescentou ser “fundamental despirem-se de demagogias e vestirem a camisola de Prado e o melhor fato de serviço público”.
Aquele presidente deixou ainda um apelo à “participação cívica”, o coração da democracia local, mostrando, assim, presidir uma assembleia “ao vosso serviço”, disposta a “ouvir-vos, envolver-vos e dar-vos voz”.
A cerimónia iniciou e terminou com dois momentos musicais proporcionados pela Escola de Música de Prado.
Por Emílio Costa (CO 11799











































































