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Alunos da ‘Secundária’ de Esposende preparam no estuário do Cávado obra de arte para pôr em terra

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Duas turmas do 11.º e 12.º anos da Escola Secundária Henrique Medina embarcaram a bordo da ‘Rabilo’, da Associação Forum Esposendense, para uma visita de estudo ao estuário do Cávado, no âmbito do projecto Esposende SmartCity.

Tratam-se de estudantes do curso de Artes Visuais da ‘Secundária’ esposendense que preparam, em parceria com o AMAReMAR – Arte e Comunidade, uma obra de arte colectiva, a apresentar em finais de Maio.

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A visita contou com a colaboração de Nuno Catarino, do Bio-Sustentabilidade da Universidade do Minho (IB-s UM), e do biólogo marinho Vasco Ferreira, consultor para a implementação do OMARE – Observatório Marinho de Esposende.

Neste âmbito, foram dados a conhecer aspectos relativos à biodiversidade do Parque Natural Litoral Cávado, e, em particular, do rio Cávado e da costa marítima de Esposende, assim como princípios relativos à sustentabilidade ambiental e à preservação da natureza, que funcionam como denominadores comuns para a intervenção artística a desenvolver nos próximos meses.

Os alunos tiveram, ainda, oportunidade de visitar a exposição ‘A Pesca no Rio e no Mar de Esposende’, patente no Museu Marítimo, onde se destacam algumas obras de arte de escultura e pintura, respectivamente dos autores locais Belemino Ribeiro e Fernando Rosário.

Ainda em Outubro, os alunos tiveram oportunidade de contactar com a curadora da Zet Gallery, Helena Mendes Pereira, que orientou uma aula sobre ‘Arte e Natureza’. No mesmo mês, para além de uma sessão formativa sobre os princípios e conteúdos estruturais do projecto foram dinamizados workshops junto de cerca de 400 alunos do 9.º ano de escolaridade, pelo escultor Volker Schnüttgen, cuja escultura, de sua autoria, ‘Padrão do Mar’, foi inaugurada a 23 de Outubro.

“A par da transformação digital em curso, através da implementação de uma rede de infraestruturas de comunicação capaz de agregar toda a informação dos sensores do território, o Esposende SmartCity pretende aliar a inteligência urbana e ambiental à criação artística original, implementada no espaço público”, refere o município, acrescentando que “neste sentido, o projecto assume, como premissa estruturante, a importância da literacia da arte como impulsionadora dos territórios criativos”.

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