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André Coelho Lima assume combate à erosão costeira como compromisso de Governo PSD

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“O combate à erosão costeira no concelho de Esposende é uma prioridade para o plano de governação do PSD”. O compromisso foi assumido esta quinta-feira pelo cabeça-de lista- dos candidatos do PSD, André Coelho Lima, no âmbito de uma “política séria e responsável” de defesa e valorização do território e da economia do mar.

“O concelho de Esposende é uma das zonas do país mais afectadas pelo avanço do mar. Não se pode adiar mais uma intervenção forte, organizada e devidamente programada para superar este problema, que representa já graves riscos para a população”, afirmou André Coelho Lima, numa visita ao concelho, em que esteve acompanhado pelo presidente da Câmara, Benjamim Pereira.

O impacto na economia, ao nível do truísmo e da actividade piscatória, apresenta-se como outras das consequências mais negativas do fenómeno, que na última década acelerou para o dobro do que vinha acontecendo, como salientou o deputado Bruno Coimbra, que se tem dedicado de forma especial às questões do ambiente e que participou nesta iniciativa, juntamente com o candidato esposendense a deputado, João Figueiredo.

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André Coelho Lima lamentou “a falta de estratégia do actual governo do PS para a economia do mar e para a defesa do litoral”, num país que “tem no mar uma mais valia diferenciadora no contexto da Europa e até na afirmação da posição atlântica no contexto global”.

PROGRAMA ‘FOZ’

O programa ‘Foz’ é uma proposta avançada pelo PSD, com o objectivo de promover e financiar o “restauro e revitalização de zonas estuarinas”, como acontece nesta zona da foz do Cávado, tendo em vista “intervenções integradas de adaptação às alterações climáticas, regeneração urbana, mobilidade sustentável e valorização territorial”.

O PSD apresenta, afirma Coelho Lima, um programa de governo que coloca claramente “o mar” como “uma das fontes de riqueza com maior potencial de crescimento económico e de sustentabilidade ambiental”.

Preservar a qualidade ambiental, garantir a biodiversidade e acumular capacidade de resposta a fenómenos climatéricos extremos, são três objectivos que, na perspectiva social-democrata, têm de orientar qualquer estratégia para o aproveitamento do mar.

Simultaneamente, “é decisivo fazer um investimento acrescido na investigação sobre o mar e as zonas costeiras de forma a identificarmos com rigor esse potencial”.

 A soberania sobre a zona económica exclusiva pressupõe um stock de conhecimento alargado sobre os recursos e a sua sustentabilidade, bem como a mobilização de recursos para a sua preservação e aproveitamento”, sublinha o candidato social-democrata.

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