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Apresentação de candidaturas do Chega marcada por protesto de militantes contra “xenofobia” de candidata a Braga

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A apresentação de candidaturas do Chega ao distrito de Braga ficou, esta segunda-feira, marcada pelo protesto de “10 a 15” militantes que entregaram os cartões de militantes em protesto contra a cabeça-de-lista ao concelho bracarense.

Os agora ex-militantes entregaram em mão os seus cartões a André Ventura e ao presidente da Distrital, Filipe Melo, por “não se reverem” em Eugénia Santos (Jenny), a luso-italiana e personal trainer num ginásio da cidade que se candidata às Autárquicas, que acusam de xenofobia.

Naquele grupo incluem-se até muito recentemente dirigentes locais do partido presidido por Ventura, nomeadamente Cibelli Pinheiro, ex-presidente da assembleia geral da concelhia, e Eduarda Silva, ex-tesoureira da mesma estrutura.

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O caso remonta ao final de 2020, quando na luta pela liderança da Distrital chegana, o actual presidente, Filipe Melo, escreveu num post no Facebook que “não vai ser uma brasileira que vai mandar nos destinos de um partido nacionalista, patriótico”, referindo-se a Cibelli, palavras que mereceram o aplauso da candidata às Autárquicas de Outono. O caso culminou com a luso-brasileira Cibelli a abandonar as eleições em protesto, o mesmo fazendo o adversário de Melo, Ruben Milhão. 

A atitude de Jenny não ficou esquecida, culminando agora na entrega dos títulos de militante.

Em declarações ao PressMinho, Cibelli Pinheiro afirmou que “não pode pactuar” com Jenny, que se apresenta às eleições para “ganhar” a cidade ao social-democrata Ricardo Rio, com um programa assente na “seriedade, compromisso, integridade e honestidade”.

“Fui vítima de xenofobia, tanto do presidente da Distrital como da vice-presidente, Jenny Santos”, frisa a ex-dirigente e mandatária do Chega às Legislativas.

Eduarda Silva sublinha que o grupo “repudia esta candidatura porque não nos revemos uma candidata que não defende os valores” do partido que “não são xenófobos nem racistas”. 

Já Celso Fernandes assegura que, além das “10 a 15” pessoas que entregaram esta segunda-feira os cartões, “muitas outras o farão à posteriori por que também não se revêm nestas atitudes” e “muito menos em Jenny Santos”.

 

Legenda: Cibelli Pinheiro, Eduarda Silva e Celso Fernandes

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