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ATAHCA com 68 candidaturas aprovadas para renovar frota de tractores agrícolas

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A ATAHCA viu aprovadas 68 candidaturas ao programa de renovação da frota de tractores agrícolas, que abrangeu as freguesias do seu território de intervenção, correspondente aos seis concelhos do Cávado: Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Vila Verde e Terras de Bouro.

Em comunicado, a associação refere que o concurso tinha uma dotação financeira de 865 mil euros, que acabou por ser reforçada em mais de 30%, tendo em conta o elevado número de candidaturas e o respectivo montante atingido.

“O trabalho de divulgação e reuniões realizadas pela equipa técnica da ATAHCA resultou na submissão de 71 candidaturas, das quais 68 mereceram parecer favorável. Para a aprovação de todas as candidaturas em condições de homologação, num total de 1.132.547,59 euros, houve necessidade de um reforço de 267.547,59 euros, equivalente a mais 30,93%”, refere.

Segundo a associação, sediada em Vila Verde, “esta, como outras iniciativas, demonstra ainda a dinâmica agrícola do território do Cávado, contribuindo para a melhoria do parque de máquinas agrícolas e para garantir tractores com melhores condições de segurança para quem opera com esta tipologia de veículos”.

REFORÇAR APOIOS FINANCEIROS

“A ATAHCA pretende que a agricultura continue a ser o motor do dinamismo do mundo rural dos concelhos do Cávado e que seja a principal actividade que ajude a manter a paisagem humanizada, trabalhada e permita a rentabilidade que se espera desta nobre profissão que é ser agricultor”, frisa o presidente do organismo.

Para José da Mota Alves, “é necessário um reforço dos apoios financeiros e do trabalho técnico de proximidade para a evolução e melhoria agrícola, podendo os Grupo de Ação Local serem os interlocutores de eleição para desempenharem estas tarefas”.

“Para que isso aconteça é necessário que o Ministério da Agricultura e Alimentação e as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional assim o desejem. É com os poucos grãos que se têm semeado e germinado que, ainda, mantemos vida activa em muitas freguesias de características rurais, mas se a sementeira fosse mais abundante a colheita seria substancialmente maior”, conclui Mota Alves.

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