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Bárbara Barros junta-se a protesto contra ao fim das refeições preparadas pela amas de Braga a crianças a seu cargo

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Bárbara Barros, a recém reeleita vereadora da CDU na Câmara de Braga, associou-se, esta sexta-feira, ao protesto de famílias contra a orientação. Em causa está uma orientação transmitida pelos serviços da Segurança Social do Distrito de Braga indicando que a partir de 1 de Outubro às amas de infância que deixem de preparar as refeições para as crianças ao seu cuidado.

O assunto levou o grupo parlamentar do PCP a questionar o Governo sobre esta orientação, transmitida pelos serviços da Segurança Social do Distrito de Braga de que a partir desta sexta-feira as amas de infância “devem deixar de preparar as refeições para as crianças” à sua responsabilidade” e quais os fundamentos da orientação. 

A questão dos comunistas ao Executivo, através da Assembleia da República, surge após uma reunião ocorrida em 20 de Setembro nas instalações da Segurança Social de Braga onde as amas foram confrontadas com aquela orientação, a vigorar desde 1 de Outubro.

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Já esta sexta-feira, Bárbara Barros, a recém reeleita vereadora da CDU na Câmara de Braga, associou-se ao protesto das amas contra a orientação que decorreu à porta do Centro Distrital da Segurança Social.  

“Esta situação está a suscitar fundamentadas reservas e críticas nas amas de infância e nas famílias, que constatam que esta decisão poderá ter um impacto negativo em muitas crianças e famílias, nomeadamente naqueles casos em que as famílias não têm condições económicas para garantir uma alimentação adequada às crianças, havendo casos em que a única refeição completa e com qualidade nutricional que as crianças têm acesso é exactamente nas suas amas de infância”, alertam os comunistas.

Paralelamente, acrescentam no documento ao parlamento, “foram criadas ainda dúvidas sobre os impactos imediatos e futuros nos subsídios” que as amas e as famílias recebem no âmbito das refeições, quer no que diz respeito às crianças que beneficiam de escalões quer às restantes.

Assim, querem saber se Ana Mendes Godinho, titular do ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social tem “noção dos impactos sociais desta medida nas crianças e nas suas famílias” e quais “os impactos imediatos e futuros” nos subsídios que as amas de infância e as famílias recebem no âmbito das refeições.

Por último, o grupo parlamentar comunista quer saber se o Governo alargar esta orientação a outros locais do território nacional.

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