LEGISLATIVAS –

LEGISLATIVAS – -

Bloco exige comboio directo entre Braga e Guimarães

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

O Bloco de Esquerda (BE) exigiu, este domingo, uma ligação ferroviária directa entre Braga e Guimarães, quer para transporte de passageiros quer de mercadorias.

O deputado bloquista Heitor de Sousa, que viajou de comboio urbano entre Braga e Guimarães para assinalar o Dia Europeu sem Carros, afirmou no final da deslocação que “não é admissível que a ligação ferroviária entre duas cidades à distância de cerca de 20 km demore 2 horas”, uma demora que se fica a dever a uma paragem de 50 minutos em Lousado para transbordo, uma vez que não há uma ligação directa.

“É necessária uma nova linha que faça a ligação directa entre estas duas cidades, criando uma rede que permita o transporte de passageiros e mercadorias”, referiu o parlamentar, que se fazia acompanhar por José Maria Cardoso, n.º 1 do BE por Braga às Eleições Legislativas.

PUBLICIDADE

Heitor de Sousa defendeu que “o investimento na ferrovia electrificada é urgente e essencial para a transformação radical da mobilidade no país, permitindo a descarbonização da economia e, consequentemente, combater as alterações climáticas”.

O bloquista esclareceu que “a proposta do Bloco, já levada a plenário da Assembleia da República e chumbada pelo PSD, CDS e PS, assenta num programa de investimentos públicos ao longo de duas décadas, para requalificação integral da rede, reforço e extensão da rede nos territórios deficitários, reequilíbrio da repartição modal, correcção das assimetrias e reforço da coesão social e territorial”.

EVITAR ENGARRAFAMENTOS

Para José Maria Cardoso a ligação ferroviária entre Braga e Guimarães permite “eliminar a circulação de veículos individuais e, por conseguinte, reduzir as emissões poluentes e o tempo perdido em engarrafamentos e deslocações, bem como aumentar os níveis de conforto, sossego e qualidade de vida”.

O candidato a deputado referiu ainda que “este programa inscrito no Plano Ferroviário Nacional 2040 envolve um investimento global estimado em 9 mil milhões ao longo de duas décadas, co-financiados por fundos comunitários, e que o acréscimo de custos de exploração pode representar cerca de 100 milhões de euros por ano, sendo metade do valor recuperável em tarifas e a outra metade suportada pelo Orçamento de Estado”.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS

Acesso exclusivo por
um preço único

Assine por apenas
2€ / mês
* Acesso a notícias premium e jornal digital por apenas 24€ / ano.