O julgamento do homicídio do jovem Manu, que estava suspenso no Tribunal de Braga, deverá ser retomado em breve, depois de o Tribunal da Relação de Guimarães ter rejeitado o pedido de afastamento das três juízas do coletivo.
A informação foi avançada, esta quarta-feira, pelo Jornal de Notícias.
Contudo, segundo o JN, os juízes desembargadores entenderam que não existem elementos que coloquem em causa a imparcialidade das magistradas. No acórdão, é sublinhado que a referência a uma eventual “convicção” surgiu apenas após a fase de produção de prova, não configurando qualquer juízo antecipado.
O tribunal superior considera ainda que a atuação do coletivo, nomeadamente ao admitir novos meios de prova, contraria a ideia de que existisse uma decisão previamente formada.
O caso remonta à madrugada de 12 de abril de 2025, quando Manuel Gonçalves (“Manu”), de 19 anos, foi mortalmente esfaqueado à porta do Bar Académico, em Braga.
Com a decisão da Relação, o processo prossegue agora no mesmo coletivo de juízas, afastando a hipótese de repetição do julgamento.



