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‘Braga para todos’ acusa Câmara de não dar resposta à falta de funcionários na EB1 do Bairro da Alegria

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O ‘Braga para Todos’ acusa a Câmara Municipal de “não dar resposta” à falta de auxiliares na Escola Básica do 1. ciclo de ensino do Bairro da Alegria, onde dos cinco auxiliares operacionais só dois estão ao serviço, situação que os encarregados têm vindo a denunciar nas redes sociais.

Em comunicado, aquele movimento político refere que a situação na EB1 do Bairro da Alegria, que alberga ainda o jardim de infância, foi reportada à autarquia e ao Agrupamento Francisco Sanches, a que pertence, “mas até ao momento não foi dada nenhuma justificação” aos encarregados de educação das 175 crianças que a frequentam.

Segundo os pais –que denunciaram a situação ao ‘Braga para Todos’-, das cinco funcionárias da escola três estão de baixa, uma das quais “há três anos”, ficando duas restantes responsáveis por 50 crianças até aos 6 anos e 150 até aos 9.

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“Os alunos durante o período do almoço ficam à responsabilidade das funcionárias da BragaHabit que servem o almoço, mas, até ao momento, não indicaram se estas se responsabilizam pelas crianças em caso de algum incidente, já que a sua função é servir o almoço e garantir que este chega em conformidade às crianças”, acrescenta Elda Fernandes.

Elda Fernandes afirma que a situação “foi reportada, mas não há resposta da Câmara Municipal e o Agrupamento diz que não tem auxiliares disponíveis”, adiantado que, na página do movimento “há vários encarregados a confirmar a situação e a ausência de resposta pelo município e de acção pelo Agrupamento Francisco Sanches”.

“O Braga para Todos afirma que está em total solidariedade com os encarregados de educação que têm filhos nesta escola, e em outras também com falta de auxiliares, porque pode a qualquer momento acontecer uma emergência, como já aconteceu, e ninguém se responsabiliza”, alerta.

“Há nas escolas, como é do conhecimento de Ricardo Rio [presidente da Câmara], e de todos, crianças com necessidades especiais, estas crianças têm, em alguns casos que tomar medicação a horas específicas, outras têm que ser transportadas e auxiliadas em algumas tarefas, como duas pessoas fazem isto? Quem se responsabiliza pela medicação ao almoço, as funcionárias da BragaHabit, é que se assim for, tem que ser comunicado aos pais, eles têm que saber quem é a pessoa responsável pelo cuidado que o filho necessita”, acrescenta.

“Não podemos facilitar a vida a quem esta no executivo [camarário], que aufere de um ordenado pago pelos contribuintes para se promoverem em meios de comunicação e ignorar o que se passa nas escolas do município”, conclui, não sem antes apelar a Ricardo Pio para “ir pessoalmente conhecer as necessidades das escolas, porque isso é muito mais importante que a Braga 2020 Capital da Cultura do Eixo Atlântico”.

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