A Câmara de Braga promoveu uma “sessão de auscultação alargada” que reuniu parceiros institucionais, académicos, empresariais e associativos com o objectivo de recolher contributos para a versão final da Estratégia de Economia Circular de Braga.
“Este processo participativo pretende assegurar que o documento traduza as necessidades, prioridades e ambições da comunidade, reforçando as redes de cooperação que sustentam o desenvolvimento sustentável do concelho”, refere uma nota divulgada esta quarta-feira pelo município.
A sessão, realizada no auditório da AGERE, “permitiu aprofundar os principais desafios identificados no diagnóstico municipal e recolher propostas que irão orientar a transição de Braga para um modelo mais regenerativo, resiliente e eficiente na utilização dos recursos”.
“A visão definida para 2035 apoia-se no forte ecossistema de conhecimento e inovação existente no território, em que entidades como a Universidade do Minho e o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia têm desempenhado um papel ativo”, refere a autarquia.
Segundo a Câmara de Braga, esta estratégia define um conjunto de prioridades que passam pelo fortalecimento da competitividade através da inovação, pela reorganização dos fluxos urbanos com foco na eficiência dos recursos, pelo envolvimento e capacitação da comunidade e pela criação de um modelo de governança mais articulado e inteligente.
Estes princípios orientadores ganham forma através de sete áreas de atuação: Consumo; Gestão de Resíduos; Gestão da Água; Energia Circular; Inovação Circular; Actividades Económicas; e Políticas Transversais.
O processo de auscultação veio ainda reforçar o modelo de governação proposto, que integra quatro estruturas de coordenação e participação: a Comissão Braga Circular, o Conselho Coordenador, o Plenário Alargado e o Gabinete Braga Circular.







