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Candidata do Chega conta ganhar Braga com votos dos “descontentes” do CDS à extrema esquerda

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A cabeça-de-lista do Chega à Câmara de Braga apresenta-se às Autárquicas deste ano na expectativa de vitória ou, pelo menos, retirar a maioria absoluta à coligação liderada por Ricardo Rio, contando “arregimentar” os eleitores do CDS ao PCP e Bloco de Esquerda.

Apresentando-se como a candidata da “seriedade, compromisso, integridade e honestidade”, Eugénia (Jenny) Santos afirmou ao PressMinho esta segunda-feira, à margem da apresentação de quatro candidaturas do partido de André Ventura a autarquias do distrito (Braga, Barcelos, Esposende a Fafe) que conta “arregimentar todos os descontentes” do PSD, CDS, PS e mesmo “os votos de protesto do Bloco de Esquerda e do PCP”.

“Concorro para ganhar e conto com todos os descontentes de todos os partidos”, sublinhou, frisando que “esse é o meu objectivo”.

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Caso a vitória não aconteça, a personal trainer acredita que tirará a maioria absoluta à coligação Juntos por Braga, que reúne PSD/CDS-PP/PPM.

Para Jenny Santos, que trocou o ensino pelo ginásio, o pós-pandemia exige uma presidência da Câmara que se “dedique mais às pessoas, mais focada nas pessoas” e não “em obras materiais”.

“Depois desta pandemia, vamo-nos focar mais nos problemas nas pessoas. Fala-se muito em orçamentos, xis valor para aqui, xis valor para ali, obras materiais, mas obras humanas praticamente em Braga não existem”, vincou.

A candidata, nascida em Salerno, Itália, acusa o social-democrata Ricardo Rio de estar “a falhar” no apoio à população, nomeadamente aos idosos a crianças, “a pessoas que estão a passar por alguma dificuldade”.

Como o PressMinho noticiou esta segunda-feira, a apresentação ficou marcada por um protesto de 10 a 15 militantes, entre eles antigos responsáveis da Concelhia bracarense, que entregaram os cartões de militantes a André Ventura e ao presidente da Distrital, Filipe Melo, por “não se reverem” na candidata, que acusam de “xenofobia e racismo”.

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