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‘Cidadãos de Esposende’ denuncia “estado lastimoso” de espaço da zona ribeirinha cedido à Docapescas

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A Associação Cidadãos de Esposende denuncia um possível “atentado ambiental” na zona ribeirinha da cidade devido à “falta de limpeza generalizada”, com a acumulação de lixo, nomeadamente arcas frigoríficas.

 A acumulação de lixo em toda a zona ribeirinha sul e em áreas destinadas ao estacionamento levou a associação a enviar ao presidente da Câmara Municipal um relatório sobre o “o estado lastimoso em que se encontra um dos locais mais procurados por quem visita Esposende”, acompanhado por registos fotográficos recolhidos esta quinta-feira.

A intenção do relatório foi alertar o máximo responsável local sobre o que a Associação considera ser o estado lastimoso em que se encontra um dos locais mais procurados por quem visita Esposende.

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 A Cidadãos de Esposende diz “não se entender que em 2020 estejam frigoríficos em plena zona de passagem, mais ainda quando esses objectos são equipados com compressores ou sistema de circulação de gás que podem libertar contaminantes do ambiente como os CFC — químicos sintéticos denominados clorofluorocarbonetos”.

Lembrando que a zona sul foi em Agosto de 2007 alvo de um arranjo urbanístico, a associação pergunta se hoje “é um espaço para depósitos ou uma zona turística, não sendo possível coabitar ambas”, e se o “estado lastimoso” do espaço “é do conhecimento do presidente e a ser que motivo apresenta para não ter realizado qualquer intervenção do espaço”.

A organização considera “urgente limpar toda a zona, retirar de imediato todos os objectos perigosos e estabelecer que espaços são usados pelos profissionais da pesca e que locais são para uso desportivo ou de lazer”, referindo que “quem chega à zona ribeirinha sul apenas verifica uma grande confusão”.

Depois da praça das lampreias, que “esteve vários meses com o piso desfeito”, da marginal “com buracos”, dos “passadiços partidos” ou da ponte D. Luís Filipe com “aberturas para o rio,” agora é a zona ribeirinha que merecer a preocupação aquela entidade.

Para os responsáveis da organização, “não se entende que um espaço turístico esteja ao abandono, mais ainda quando Esposende se pretende afirmar como um concelho integrado no conceito SmartCity”, acrescentando que a zona ribeirinha “é um problema real” que deve ser alvo de uma “intervenção imediata”.

Entretanto, a autarquia explicou que a limpeza do espaço é da responsabilidade da Docapesca, à qual foi cedido o espaço até ao final das obras que ali decorrem.

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