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Documentos de prestação de contas respeitantes ao ano de 2018 aprovados por maioria

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A Assembleia Municipal de Vila Verde aprovou, esta segunda-feira, com 12 votos contra e quatro abstenções, os documentos de prestação de contas respeitantes ao ano de 2018. Durante a apresentação dos documentos, o Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, António Vilela, realçou que estes apresentam «taxas de execução da receita e da despesa de 90% e 88%», respectivamente, algo que mostra o «equilíbrio das contas municipais e um forte investimento em obras estruturantes para o desenvolvimento do Concelho».

A discussão do ponto dominou grande parte da sessão, tendo o deputado socialista Carlos Araújo destacado a «falta de transparência» dos referidos documentos.

«Pelo segundo ano consecutivo que o Presidente faz uma exposição de 30 minutos, em que somente em cinco faz as contas. Analisando o relatório, nota-se que este está manchado pela falta de transparência», atirou.

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VILELA RESPONDEU

Em jeito de resposta, António Vilela voltou a usar da palavra, referindo que «a falta de transparência está na mente do sr. deputado. É preciso saber ler, interpretar e cruzar os mapas para perceber o que lá está».

«NÃO INVESTE NA TRANSPARÊNCIA MAS NA OPACIDADE»

Na mesma linha de pensamento de Carlos Araújo, Samuel Estrada, também do PS, apontou que ao longo da apresentação o autarca «não investe na transparência mas sim na opacidade», apelando para que «nos próximos actos políticos, o Presidente procurasse ser mais transparente e sentisse mais respeito pela oposição».

Mais desenvolvimentos na edição impressa de Maio de 2019

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