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Educação. José Morais denuncia «falta de condições» no Centro Escolar da Ribeira do Neiva

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O vereador do PS José Morais mostrou-se, esta terça-feira, «chocado com crianças do 1º ciclo ao frio e ao vento» no Centro Escolar da Ribeira do Neiva e «preocupado com a fraca qualidade de refeições» nos Agrupamentos de Escolas do concelho, pelo que «exige intervenção urgente da autarquia para averiguar queixas dos pais».

Em comunicado, Morais diz que «têm chegado aos vereadores do PS várias reclamações sobre a falta de condições no Centro Escolar da Ribeira do Neiva e sobre a qualidade da alimentação ali servida aos alunos, queixa esta que tem vindo a surgir noutros estabelecimentos, nomeadamente na zona sul do concelho».

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«Estou muito preocupado e não posso aceitar que crianças de 5 a 10 anos de idade possam estar muito tempo ao frio e ao vento e que sejam obrigadas a deslocar-se de um edifício escolar para outro à chuva, sem existir um passadiço coberto», refere.

Acrescenta que «a falta de condições do edifício faz com que mesmo nestes dias de Inverno, frios e chuvosos, muitas crianças nos intervalos tenham de estar num coberto sem nenhuma protecção lateral».

«Esta questão resolvia-se com poucos euros. Não entendo como é que para isto não há dinheiro mas só para festas, em 2020, a Câmara pretende gastar um milhão e meio de euros. Como a vereadora das festas é a mesma da área da educação, era muito fácil transferir algumas verbas de um lado para o outro. Bastaria existir vontade política», critica.

REFEIÇÕES

Quanto às queixas que diz ter recebido sobre «a falta de qualidade da alimentação», o vereador socialista mostra-se «profundamente preocupado com a possibilidade de a comida destas crianças poder não estar a ser servida nas melhores condições».

«A comida já vem confeccionada da Vila de Prado para a Ribeira do Neiva e para vários outros estabelecimentos, o que obriga a cuidados redobrados já que há lugar a deslocações longas», refere, considerando que a Câmara «tem de agir de forma pronta e eficaz».

«Sem perder um segundo, deve averiguar, de forma isenta, qual o fundamento das queixas existentes e deve prestar todo o apoio aos responsáveis pelas escolas para que a situação seja resolvida. A Câmara tem por hábito empurrar a responsabilidade para terceiros, mas neste caso a Câmara é a única responsável pela situação», aponta.

“O Vilaverdense” tentou, ainda sem sucesso, ouvir a vereadora Júlia Fernandes.

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