Um homem armado que abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto nas imediações da Casa Branca morreu no sábado à noite após ser baleado pelas autoridades, confirmou o Serviço Secreto norte-americano em comunicado.
Segundo a agência responsável pela segurança do Presidente dos Estados Unidos, o suspeito disparou contra agentes num posto de controlo próximo da residência oficial presidencial, levando à resposta imediata das forças de segurança. “Os agentes do Serviço Secreto responderam, atingindo o suspeito, que foi levado para um hospital local, onde morreu posteriormente”, refere o comunicado oficial.
Durante o incidente, uma pessoa que passava no local foi também atingida por disparos. As autoridades não divulgaram informações sobre o estado de saúde da vítima nem esclareceram se foi atingida por fogo cruzado.
De acordo com a imprensa norte-americana, entre 15 e 30 disparos foram ouvidos numa esquina situada a cerca de um quarteirão da Casa Branca. O som dos tiros foi captado por jornalistas que se encontravam no jardim Norte da residência presidencial, onde acompanhavam em direto os desenvolvimentos das negociações entre os Estados Unidos e o Irão.
Na sequência do incidente, os jornalistas presentes foram conduzidos para a sala de imprensa, enquanto agentes fortemente armados do Serviço Secreto reforçavam o perímetro de segurança em redor do edifício.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, encontrava-se na Casa Branca no momento dos disparos, mas não correu perigo, segundo fontes oficiais. Trump tinha permanecido em Washington devido à crise diplomática com o Irão e à expectativa de um eventual anúncio relacionado com negociações de paz.
O episódio surge menos de um mês após outro incidente de segurança envolvendo um homem armado que tentou aproximar-se de um jantar de correspondentes da Casa Branca, obrigando o Serviço Secreto a retirar preventivamente o Presidente norte-americano do local.
As autoridades federais continuam a investigar as circunstâncias do ataque e a identidade do suspeito.



