A iniciativa realiza-se em simultâneo em 640 cidades de 29 países e envolve 12 cidades portuguesas. Em Braga, as sessões decorrem nos espaços Estúdio 22, Galeria 101 e Letraria, sempre em ambiente informal e com entrada livre.
O programa arranca esta segunda-feira, às 19h00, no Estúdio 22, com Stephanie Oliveira a abordar o equilíbrio e o sistema nervoso, enquanto Anabela Moreira apresentou novas terapias para a doença de Parkinson. Mais tarde, às 21h00, na Galeria 101, Nuno Barros falou sobre neutrinos e Filipe Costa explorou a relação entre relatividade e envelhecimento.
Na terça-feira, o Estúdio 22 recebe Leonor Ribeiro, com uma apresentação dedicada à nanotecnologia no combate ao cancro, e Francisca Oliveira, sobre a previsão de metástases através de análises sanguíneas. À noite, na Letraria, Tiago Sousa analisa o impacto das emoções negativas na música e Nelson Junior reflete sobre o teatro como ferramenta de apoio à saúde mental.
O encerramento acontece na quarta-feira. Às 19h00, na Galeria 101, Bruna Alves apresenta estudos sobre antibióticos marinhos e Daniela Correia fala sobre embalagens inteligentes. Mais tarde, na Letraria, Matilde Faria debate o empoderamento feminino na Arábia Saudita e Manuel Sá Valente aborda temas relacionados com envelhecimento e igualdade.
Cada investigador dispõe de 15 minutos para apresentar o seu trabalho, seguindo-se uma sessão de perguntas e respostas com o público. O objetivo do festival passa por aproximar a ciência do quotidiano das pessoas, promovendo o diálogo entre investigadores e sociedade.
Considerado o maior festival internacional de comunicação de ciência, o “Pint of Science” nasceu no Reino Unido em 2012 e chegou a Portugal em 2017.




