Luís Montenegro falou à comunicação social em Copenhaga, na Dinamarca, sobre a detenção dos barcos onde seguiam portugueses da flotilha humanitária com destino a Gaza: «A expectativa é que se vá processar com toda a normalidade e que o retorno destes cidadãos não tenha nenhum acidente».
«Neste momento nós temos uma cooperação com as autoridades italianas, sendo o nosso foco nos cidadãos portugueses. Se houver alguma necessidade de algum outro mecanismo de cooperação nós estaremos disponíveis», acrescentou.
Pelo menos 13 embarcações integradas na flotilha foram intercetadas pela Marinha de Israel e uma destas foi abalroada em águas internacionais, adiantou hoje a Flotilha Sumud Global.
«As transmissões em direto e as comunicações foram cortadas. O estado dos participantes e da tripulação permanece sem confirmação», alertou a organização, na plataforma de mensagens Telegram.
«Trata-se de um ataque ilegal contra trabalhadores humanitários desarmados. Apelamos aos governos e às instituições internacionais para que exijam a sua segurança e libertação imediatas», acrescenta a Flotilha Sumud Global.
A flotinha humanitária que seguia para Gaza foi barrada, na última noite, pela Armada israelita, que deteve os três portugueses que participavam na missão – Mariana Mortágua, Sofia Aparício e Miguel Duarte.



