A Guarda Nacional Republicana deteve 554 pessoas em flagrante delito entre os dias 8 e 14 de maio, no âmbito de um conjunto de operações realizadas em todo o território nacional, com foco na prevenção e combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária.
Segundo os dados operacionais provisórios divulgados pela força de segurança, as ações abrangeram também a fiscalização de diversas matérias contraordenacionais, com destaque para infrações rodoviárias, apreensões de estupefacientes e posse ilegal de armas.
Das 554 detenções registadas, 181 ocorreram por condução sob o efeito do álcool, constituindo a tipologia mais expressiva no balanço semanal.
Seguem-se 118 detenções por condução sem habilitação legal, 43 por tráfico de estupefacientes, 17 por posse ilegal de armas e arma proibida, 11 por furto e roubo, quatro por violência doméstica e cinco por incêndio florestal.
No mesmo período, a GNR procedeu a diversas apreensões relacionadas com criminalidade organizada e tráfico de droga.
Foram apreendidas mais de 12 mil doses de cocaína, cerca de 9,5 mil doses de haxixe, bem como heroína, óleo de canábis e liamba.
As autoridades apreenderam ainda 19 armas de fogo, 25 armas brancas ou proibidas, 784 munições e um explosivo, além de 41 veículos, 191 artigos contrafeitos, 39 metais não preciosos e mais de 10 mil euros em numerário.
Quase 10 mil infrações rodoviárias detetadas
No âmbito da fiscalização rodoviária, foram detetadas 9 710 infrações em todo o país.
Entre as principais destacam-se 1 386 casos por falta de inspeção periódica obrigatória, 818 excessos de velocidade e 632 infrações relacionadas com tacógrafos.
Registaram-se ainda 580 infrações por anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 365 por falta de seguro de responsabilidade civil, 305 por condução sob efeito de álcool, 278 por uso indevido do telemóvel durante a condução e 208 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança ou sistemas de retenção para crianças.
A GNR sublinha que estas operações tiveram como objetivo reforçar a segurança pública, prevenir a criminalidade e reduzir a sinistralidade rodoviária, através de ações de patrulhamento, fiscalização e repressão de ilícitos em todo o território nacional.



