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Greve da função pública fecha escolas e serviços em Braga

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A greve da função pública desta sexta-feira está a ter uma forte adesão na maioria das escolas de Braga. A paralisação efecta ainda os Transportes Urbanos e a AGERE.

A Escola Básica André Soares, o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, e  as ‘Secundárias’ Carlos Amarante, D. Maria II e de Maximinos, assim como as EB 2,3 de Real, André Soares, Trigal Santa Maria, Celeirós, Dr. Francisco Sanches, da Gandra, da Naia, da Estrada e de Maximinos e a EB 2/3 Mosteiro/Cávado são alguns dos estabelecimentos de ensino encerrados pela greve da função pública.

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O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, considerou que o nível de adesão à greve e o encerramento da “maioria das escolas” portuguesas, do pré-escolar ao secundário, traduz a “enorme exigência” ao Governo para que comece a negociar de imediato com os professores.

TUB E AGERE AFECTADOS

A paralisação está a efectar os TUB, onde, segundo o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), 90 % dos motoristas e 70 % dos funcionários das oficinas aderiram à greve. Na Agere alguns dos serviços estão encerrados. Também nos Bombeiros Sapadores a greve é de 100%.

A greve desta sexta-feira foi marcada após o rompimento das negociações com o Governo, que não aceitou os pedidos da UGT e da CGTP para a actualização dos salários dos trabalhadores da função pública.

Os funcionários do Estado estão em protesto contra o congelamento dos salários de 600 mil trabalhadores, que não evoluem desde 2009. O Governo pretende apenas aumentar o nível remuneratório mais baixo da administração pública, de 580 para 635,07 euros, na sequência do aumento do salário mínimo nacional para os 600 euros.

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