A greve geral desta quinta-feira, em resposta ao anteprojeto de lei da reforma da legislação laboral apresentado pelo Governo de Luís Montenegro, afetou todos os serviços públicos, transportes, unidades de saúde, escolas e creches em Braga.
Em declarações à imprensa, ao final da manhã desta quinta-feira, o coordenador regional do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional do (STAL) informou que nos Transporte Urbanos de Braga (TUB) contabilizava, no turno da manhã, uma adesão à paralisação de 99%. Dos 115 autocarros da empresa municipal só três circulavam. Já nas oficinas, a adesão ronda os 50%.
Adiantou que 21 escolas do EB 1 e EB2/3 estavam encerradas e que os serviços de saneamento e águas da Agere, empresa municipal de Águas, Efluentes e Resíduos, apresentavam igualmente “uma enorme adesão”.
A greve afetou ainda as Secundárias e a Conservatório de Música Gulbenkian, que encerrou.
Também que os espaços culturais bracarenses sob alçada do município – Casa dos Crivos, Theatro Circo, gnration e Museu da Imagem – não abriram as portas
No final da manifestação, que percorreu o centro histórico da cidade e juntou três centenas de pessoas, Joaquim Daniel, coordenador da União de Sindicatos de Braga, afirmou aos jornalistas que a adesão no distrito era “elevadíssima”.
Sublinhou as “excelentes adesões” registadas nas cantinas escolares, hotelaria e Transdev e ainda a adesão “nunca vista” acima dos 95% dos trabalhadores do Complexo Grundig, onde se localizam a Bosch, Aptiv e Fehst.
Ainda segundo a CGTP, a adesão à greve geral no Hospital de Braga situava-se nos 90%.
















