A Hi Fly completou esta semana mais uma Volta ao Mundo, uma operação que voltou a pôr à prova a resistência do Airbus A330 com matrícula 9H-HFI e a coordenação de uma tripulação de 17 profissionais que acompanhou a viagem do primeiro ao último quilómetro.
O percurso, que arrancou em Paris, estendeu-se ao longo de um mês e somou mais de 45 mil quilómetros. Pelo caminho, o grupo passou por Cancún, Lima, a remota Ilha de Páscoa, Papeete, Auckland, Yogyakarta, Siem Reap, Deli e Petra, antes de regressar à capital francesa. Dez voos no total, entre 2 e 24 de novembro, com mudanças de clima, fusos horários trocados e operações em aeroportos com perfis muito distintos.
Segundo a empresa, a conclusão deste itinerário confirma a capacidade da Hi Fly para executar missões longas e de elevada complexidade logística, mantendo níveis apertados de precisão e conforto a bordo. A própria tripulação relatou que a combinação de escalas — desde o Pacífico às planícies indianas — exigiu um planeamento detalhado e uma gestão rigorosa dos tempos de descanso.
A Hi Fly sublinha que estas operações à escala global continuam a ser uma vitrina para o desempenho do A330 e para o know-how da companhia em voos especiais, muitas vezes moldados às necessidades de clientes internacionais.



