BRAGA -

BRAGA - -

Humanizar a cidade é objectivo estratégico do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Braga

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Dar prioridade os peões, às bicicletas, ao transporte público e ao uso eficiente do carro são a grandes opções estratégicas do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) de Braga, apresentado esta quarta-feira e que até 31 de Dezembro está em discussão pública.

Humanizar e descarbonizar a cidade, promovendo a sustentabilidade ambiental e a segurança rodoviária, são os objectivos do PMUS, que incide sobre temáticas como a cidade caminhável, a cidade ciclável, a promoção dos transportes públicos, a optimização do sistema viário, a integração dos modos de transporte, a melhoria da qualidade de ambiente urbano ou a promoção da mudança de comportamentos.

Na apresentação, Ricardo Rio, presidente da Câmara, a mobilidade é uma “prioridade absoluta para o desenvolvimento de qualquer território”, sendo que este Plano, “já em estado avançado”, traça o caminho a seguir nesta matéria.

PUBLICIDADE

“É um documento estratégico e abrangente que reflecte as nossas prioridades e que vai permitir efectuar intervenções com coerência e que vão no sentido de cumprir os objectivos que queremos atingir”, afirmou, destacando que este documento “é fruto de um esforço de colaboração e construção colectiva que envolveu a comunidade e vários agentes locais”.

Também o vereador Miguel Bandeira, referiu “ser fundamental a existência de um compromisso de todos para a implementação de um novo paradigma de mobilidade”.

“Apesar de em Portugal a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável ser, ainda, facultativa, o município de Braga considera que esta é uma ferramenta prioritária para o planeamento da mobilidade e para o enquadramento estratégico e concertação dos projectos nessa área e na finalidade das candidaturas vindouras, como modo prioritário de valorização do futuro do nosso território”, sustentou.

O Plano, que se pretende “assertivo, estratégico e flexível” assume-se como, sublinhou Miguel Bandeira, “um instrumento politico e técnico, social e cultural para devolver a cidade às pessoas e melhorar a sua qualidade de vida”.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS