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Já está criada a Associação dos Utentes da EN 101

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Acaba de ser formalmente constituída a Associação dos Utentes da Estrada Nacional (EN) 101, um organismo que congrega um conjunto de empresários, cidadãos e organismos públicos e privados da área de abrangência daquela via estruturante a vários concelhos do Minho.

Tem como principal missão «apresentar contributos e reivindicações que tendam a valorizar intervenções urgentes de (re)qualificação e valorização de uma via estratégica para a mobilidade de cidadãos, bens e produtos neste vasto território servido pela EN 101, de Felgueiras, passando por Guimarães, Braga, Vila Verde, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção».

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A Associação dos Utentes da EN 101 (AUEN 101) foi oficialmente criada esta quinta-feira, por via do registo de escritura pública que decorreu em Braga.

Um grupo de cidadãos, empresários e representantes de Juntas de Freguesia e outros organismos públicos e privados de Vila Verde estão na génese do projecto, que tem já abertura para «abraçar outros concelhos e juntar sinergias que dêem mais força às pretensões que estão subjacentes à sua criação. Existem já contactos noutros concelhos que levarão ao alargamento dos integrantes da referida Associação».

«O adiamento constante de uma intervenção urgente de requalificação da EN 101, em toda a sua extensão, de forma a respeitar o binómio mobilidade-segurança, a que acresce a necessidade de uma boa interacção entre utilizadores da via (veículos e pessoas) no respeito com as populações que são servidas pela mesma, impõe que os cidadãos e entidades públicas e privadas tomem posição e criem um grupo alargado e unido que ajude as entidades públicas responsáveis pela sua manutenção a agir e a tomar as melhores opções no mais curto espaço de tempo possível», dão conta os sócios-fundadores da AUEN 101.

Apesar de registar «com grande agrado e satisfação o anúncio da requalificação da EN 101, projecto que tem sido anunciado e adiado por diversas vezes», a AUEN 101 entende que deve ter uma participação activa no processo, «com o alargamento da discussão por forma a melhorar e a dar maior consistência ao projecto, de forma a que a referida requalificação corresponda verdadeiramente às necessidades e anseios das populações por ela servidas».

Entre as diversas pretensões está, «desde logo, a necessidade de contemplar a construção da Variante a Vila Verde (vulgo Variante Vila Verde EN 101) e a urgência de reflectir sobre a criação de passeios, via cicláveis e pedonais, pontes pedonais e cicláveis, intersecções e outros equipamentos de sinalização e segurança que respeitem o trinómio mobilidade-segurança-conforto, inerente a um projecto que deve atender ao objectivo de uma via de futuro e para o futuro».

A AUEN 101 assume-se como «um organismo independente do poder político, uma voz das populações e utentes da via, e um parceiro dos organismos da tutela que quer ser parte integrante de uma solução rápida/urgente que contribua para a melhoria da mobilidade de pessoas e bens em segurança e com conforto, de forma a gerar mais-valias sociais e económicas que ajudem ao desenvolvimento deste importante território».

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