AUTÁRQUICAS

AUTÁRQUICAS -

Júlia Fernandes (PSD) aposta na construção do Eixo Periférico Norte-Sul como alternativa à Variante à EN-101

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

A construção do Eixo Periférico Norte-Sul, como alternativa à adiada Variante à EN-101, é uma das apostas da candidatura social-democrata à Câmara Municipal de Vila Verde, liderada por Júlia Fernandes. Durante a apresentação do Programa Eleitoral à imprensa, na manhã esta sexta-feira, a candidata estabeleceu ainda como grande orientação para os próximos anos o lançamento do “Plano Director Agrícola” e a consolidação da rede de Centros/Extensões de Saúde.

Para além do “já há muito falado” assunto em torno da Variante, surge agora uma nova proposta, assente na criação de um Eixo Periférico Norte-Sul. Acerca dessa aposta, a candidata notou que serão feitos «todos os esforços para que a variante seja contemplada pelo Governo, mas entretanto vamos criar alternativas. Está já em estudo e chama-se “Eixo Periférico Norte-Sul” e será uma via alternativa criada junto ao IEMinho, em Soutelo, e que irá sair junto ao parque industrial de Gême. A Nacional 101 é uma via extremamente congestionada e a variante esta há muito prometida, tendo saltado de orçamento para orçamento. No fundo, o Eixo trata-se de uma solução que vai ajudar a resolver os problemas de transito na Estrada Nacional 101. Tentaremos algum tipo de financiamento, mas caso não se consiga, será uma das nossas acções, com o orçamento do Município».

Ainda sobre a temática referente às vias de comunicação e acessibilidades, a candidata aponta que consta também do programa a «concretização da ligação do Parque Industrial de Oleiros à Vila de Prado», classificando ambas as apostas como «duas vias estruturantes» para o Concelho. 

PUBLICIDADE

PLANO DIRECTOR AGRÍCOLA

Quanto às apostas no desenvolvimento rural, agricultura e florestas, salta à vista, conforme destacou Júlia Fernandes, a elaboração de um Plano Director Agrícola. 

Também ele presente na sessão, José da Mota Alves, coordenador do programa autárquico, explicou que se trata de um «levantamento exaustivo de todo o território concelhio e depois a definição das potencialidades agrícolas florestais e agro-florestais, do que deve ser feito em cada parte do território», por forma a «tirar maior rendimento da terra disponível. O que podem e devem fazer para que seja mais rentável nesse determinado território. No fundo, passa por mapear o concelho e saber o que se pode fazer em cada local em concreto».

CERVÃES E PICO SÃO AS EXTENSÕES DE SAÚDE QUE SE SEGUEM

Relativamente à Rede de Cuidados de Saúde Pública, a candidata social-democrata revelou ainda que pretende continuar a investir na requalificação e modernização das extensões de saúde, ao caso do Pico de Regalados e de Cervães.

«PROGRAMA PLURAL, PARTICIPADO E ONDE FORAM OUVIDAS PESSOAS E INSTITUIÇÕES»

Para Júlia Fernandes, o Programa desenhado para os quatro anos define-se como «plural, participado e onde foram ouvidas pessoas e instituições, que puderam dar o seu contributo».

A candidata sublinhou ainda a aposta num «trabalho em rede e articulado», sendo que o programa se descreve ainda com a «abertura possível para estar atento às oportunidades que possam surgir, quer ao nível do PRR quer ao nível do novo quadro comunitário de apoio».

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS