OPINIÃO –

OPINIÃO – -

Marcar a diferença na Europa

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Falta pouco mais de um mês para as eleições europeias.

Somos cidadãos da União Europeia, tendo por isso o direito a votar e eu diria o imperioso dever de o fazer.

Em Portugal, as próximas eleições europeias realizam-se no dia 26 maio.

PUBLICIDADE

Estamos, por isso, numa fase de discussão e reflexão sobre a escolha dos 21 deputados portugueses, para integrar o total dos 705 que compõem o Parlamento Europeu.

Mais do que lugares estão em confronto tendências políticas contra e a favor do projeto europeu. Mas há um apelo que é comum: é preciso votar!

Não podemos pensar que estas eleições não nos afetam e que não nos dizem respeito.

Parece impossível, mas a verdade é que nas últimas eleições europeias, encontrei pessoas que pensavam que não tinham de ir votar porque diziam: “estas eleições não são para nós.” Mas são! Estas eleições dão-nos a oportunidade de escolher os nossos representantes na Europa que serão fundamentais para a concretização dos projetos europeus a desenvolver nos países que integram a união europeia como é o caso de Portugal.

Quarenta anos depois da primeira eleição, a Europa enfrenta um dos momentos mais importantes desde a sua criação.

Se olharmos para o complexo e perigoso mundo em que vivemos percebemos que a Europa é um privilegiado espaço de paz, desenvolvimento e enorme liberdade, a que só conseguiríamos dar real apreço se alguma vez fossem perdidos estes valores.

O Conselho Nacional do PSD aprovou a lista de candidatos ao Parlamento Europeu constituída por 21 efetivos e oito suplentes, integrando 15 mulheres e 14 homens. Paulo Rangel é o cabeça de lista que muito nos honra e José Manuel Fernandes que surge em terceiro lugar, o “nosso” eurodeputado de Vila Verde, do Minho e de Portugal. Nas palavras de Paulo Rangel, é de longe o deputado mais relevante em matéria orçamental de todo o Parlamento Europeu. Representa um grande ativo para Portugal. Tem-se distinguido muito na área do desenvolvimento regional.

Sobretudo é uma oportunidade única, até ao momento, de nós, vilaverdenses, termos uma pessoa que conhecemos bem, em quem confiamos e que está sempre disponível para todos. É um eurodeputado que presta contas do trabalho que faz, com várias publicações com apresentações públicas. Acumula o seu trabalho na Europa com o trabalho em Portugal, onde volta todos os fins de semana, mantendo-se assim com atividade local, nunca deixando de estar ligado às suas origens, à realidade.

Em número dois na lista está Lídia Pereira que representa a renovação e os jovens, pois é Presidente da juventude do PPE, a maior organização da juventude da União Europeia. Ligada à economia terá um papel importante na reforma da zona euro.

O Partido Social Democrata tem uma lista que tem mais mulheres que homens, com uma representação territorial do país equilibrada.

É a lista mais forte, mais consistente mais equilibrada em termos de competência, de território, de género e conhecimento europeu.

Podemos ter esperança num futuro melhor, mas isso não é suficiente. Temos de assumir as nossas responsabilidades votando e incentivando outros a votar. Se todos votarmos, todos ganhamos.

Em Portugal, quem não puder votar a 26 de maio pode sempre fazê-lo antecipadamente através do “voto antecipado em mobilidade”. Desde agosto de 2018 que todos os eleitores recenseados no território nacional, que queiram votar no país, passam a poder fazê-lo em qualquer ponto do país, sem ter de apresentar justificações.

Não deixemos o nosso destino nas mãos dos outros e façamos as nossas importantes escolhas.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS