Mariana Mortágua garante que nunca reconheceu ter entrado ilegalmente em Israel. Essa era uma confissão que as autoridades de Tel Aviv exigiam por escrito para permitir a partida dos ativistas.
Durante a escala em Madrid – numa breve declaração, antes de viajar para Lisboa – a deputada do Bloco de Esquerda desmentiu.
«Não admiti nunca. Eles inventaram um crime, mas nós nunca admitimos e saímos do país», declarou a líder bloquista, em declarações aos jornalistas em Madrid.
A deputada voltou a declarar que foram maltratados na prisão, «com tudo que se possa imaginar, com várias horas em jaulas ao sol. Mudávamos de sítio muitas vezes, fomos algemados várias vezes», acrescentou.



