OPINIÃO – Mensagem de Ano Novo

OPINIÃO –
Mensagem de Ano Novo

Autor: Martinha Couto Soares

Neste início de 2019 é inevitável que se formulem desejos de uma vida feliz que contemple todos os projetos e sonhos idealizados.E se é verdade que uma parte dessa construção depende de cada um de nós, da sua força e coragem para perseguir os seus objetivos, é também verdade que uma grande parte dessas concretizações precisam de um contexto favorável que só as instituições políticas e os seus responsáveis podem e têm obrigação de criar.

Quem escolhe os seus responsáveis políticos somos todos nós, cidadãos com idade para votar, numa democracia que tanto custou a conquistar.

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Na mensagem de Ano Novo, o senhor Presidente da República apelou ao exercício do voto ao longo deste ano que agora começa, em três atos eleitorais: Eleição dos deputados ao Parlamento Europeu (mandato de cinco anos), Eleição da Assembleia da República (mandato de quatro anos), dependendo do voto de todos os portugueses e ainda a Eleição da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira (mandato de quatro anos) a depender dos votos dos madeirenses. E fez um pedido claro:

“O que vos quero pedir, hoje, é simples, mas exigente. Votem. Não se demitam de um direito que é vosso, dando mais poder a outros do que aquele que devem ter. Pensem em vós, mas também nos vossos filhos e netos, olhem para amanhã e depois de amanhã e não só para hoje”.

Considerou ainda fundamental que haja bom senso nas respetivas campanhas eleitorais sendo de evitar radicalismos, populismos, arrogâncias e promessas impossíveis, pois estes são ingredientes que destroem a democracia. Destroem a democracia e destroem a credibilidade na política e nos políticos em particular. Os portugueses precisam ter um objetivo comum e para isso precisam de um líder nacional capaz de criar uma dinâmica global de participação, promovendo o diálogo e o debate sério de ideias e projetos para os diferentes setores da sociedade portuguesa. Um debate que o PSD já  está a fazer um pouco por todo o país quer com militantes quer com outros elementos da sociedade civil que desejam ser uma voz ativa na construção do futuro do país, um futuro que “precisa de olhar para mais longe e mais fundo”, como diz o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Este Conselho Estratégico Nacional do PSD (CEN) constitui um órgão de aconselhamento de questões nacionais, tem uma natureza consultiva e funciona junto do Presidente da Comissão Política Nacional.

O PSD quer continuar a ser a escolha da maioria dos portugueses por ser um partido que respeita a dignidade humana na pessoa de cada português e defende em particular os mais desfavorecidos, criando uma sociedade justa onde todos possam participar e crescer em liberdade. Onde exista cooperação intergeracional, sem egoísmos, onde o futuro das gerações mais jovens não seja hipotecado.

E termino reforçando as palavras do Chefe de Estado:

“Ponto de encontro entre povos, economia mais forte, sociedade mais justa, política e políticos mais confiáveis. Será pedir muito a todos nós, neste ano de 2019? Não, não é. Quem venceu crises e delas saiu, com coragem e visão, é, certamente, capaz de converter esse esforço de uma década num caminho mobilizador e consistente de futuro”.