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Metas da Comissão Europeia para as ‘smart cities’ em 2023 estão em risco

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De acordo com um novo relatório da Vodafone, divulgado esta quarta-feira, serão necessárias medidas políticas «urgentes», que incluem financiamento adequado ou a criação de ‘task-force’ para «superar barreiras», de forma a que a Comissão Europeia alcance a meta de ter, até 2030, 100 cidades inteligentes e neutras em carbono.

Um estudo abrangente realizado em 10 países europeus, encomendado pela Vodafone e conduzido pela Opinion Matters – ‘Fit for the Future Cities’,  inquiriu 550 especialistas em cidades, com responsabilidades na área tecnológica e na inovação, para identificar taxas de adopção, oportunidades e obstáculos em matéria de smart cities.

O estudo concluiu, pela existência de elevados níveis de apoio à adoção de smart cities na Europa, que 66% dos inquiridos em Portugal disseram que o País já iniciou a sua jornada de transformação digital para as smart cities,

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Para além disso, 80% dos mesmos inquiridos consideram que as autoridades locais valorizam as soluções de smart cities e sete em cada 10 cidades europeias inquiridas preveem investir em soluções inteligentes no futuro, com mais de metade (52%) a planear gastar entre 2 e 10 milhões de euros durante os próximos três anos.

Por fim, os especialistas identificaram como principais barreiras à implementação de smart cities a falta de fundos, a legislação, a necessidade de existir infraestrutura adequada e as preocupações com privacidade e segurança.

A estas acrescentam-se a complexidade dos procedimentos de aquisição e a falta de estratégia e de competências digitais.

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