De acordo com o jornal O Minho, nas alegações finais do julgamento, a procuradora do Ministério Público afirmou “não ter quaisquer dúvidas” de que foi Matheus Marley Machado quem desferiu as três facadas fatais em Manuel de Oliveira Gonçalves, conhecido como Manu.
A vítima tinha 19 anos, era estudante, solteiro e residente na cidade de Braga.
Apesar de não ter quantificado a pena que considera adequada, a magistrada solicitou ao tribunal “a aplicação de uma pena proporcional à gravidade dos factos”.
Durante a intervenção, a procuradora destacou “a forma desumana e crua” como o homicídio foi cometido, na sequência de uma série de desentendimentos ocorridos no interior do Bar Académico, propriedade da Associação Académica da Universidade do Minho.
O crime ocorreu no exterior do estabelecimento e provocou forte consternação na comunidade académica e na cidade de Braga.



