Morreu esta quinta-feira, aos 17 anos, Simão Pedro Santos Silva, jovem natural de Taíde, no concelho da Póvoa de Lanhoso, que sofria de uma doença degenerativa rara diagnosticada na infância.
Simão foi diagnosticado aos nove anos com Niemann-Pick tipo C, uma doença genética rara e progressiva que afeta o sistema nervoso e compromete o desenvolvimento motor e cognitivo.
A notícia da morte do jovem gerou profunda consternação na comunidade local, particularmente no movimento escutista, onde Simão era acarinhado pelos companheiros e dirigentes.
Numa mensagem emotiva partilhada nas redes sociais, os escuteiros locais recordaram o jovem como alguém que deixou “marcas de amizade, alegria e bondade” em todos os que com ele conviveram.
“Hoje o céu ganhou mais uma estrela. O nosso querido Simão partiu, mas o seu sorriso, a sua alegria e a sua luz ficarão para sempre connosco”, refere a homenagem divulgada pelo agrupamento.
A mensagem sublinha ainda a forte ligação de Simão ao escutismo: “Uma vez escuteiro, escuteiro para sempre”.
“Partiu cedo demais, mas continuará presente em cada atividade, em cada canção e em cada memória partilhada. Descansa em paz, irmão escuteiro”, acrescenta a nota de pesar.
Ao longo dos últimos anos, Simão tornou-se um exemplo de coragem e resiliência para familiares, amigos e comunidade, enfrentando diariamente os desafios impostos pela doença rara.
A sua morte deixa a comunidade de Taíde mergulhada em tristeza, multiplicando-se as mensagens de solidariedade e homenagem nas redes sociais.



