OPINIÃO

OPINIÃO -

O poder do elogio

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Opinião de Anabela Andrade, Membro Cooptado da CPCJ de Vila Verde

 

Raras são as vezes que elogiamos alguém. Mas apontar o dedo ou criticar parece-nos mais fácil e utilizamos mais vezes.

PUBLICIDADE

Os castigos são muito importantes para que as crianças saibam quais são os limites e que há consequências para os seus atos menos corretos. Mas quando é que lhes ensinamos o que é “portar bem”? Será que nascem já ensinadas para o bom comportamento, e só precisam de indicações para o que está incorreto? Pois, talvez não. A criança também precisa de saber o que faz bem, e o elogio é como que um estímulo para que se repitam os bons comportamentos. 

Mas um bom elogio não é assim tão fácil de concretizar. Um bom elogio tem que ser baseado em comportamentos e atitudes e não daqueles supérfluos que nada acrescentam. Não basta um “hoje portaste-te muito bem”, mas sim um “hoje portaste-te muito bem, porque estiveste a brincar com os legos e depois arrumaste tudo”. Mesmo que alguns legos tenham ficado pelo caminho, mas o esforço e a dedicação da criança também devem ser reconhecidos.

E quem de nós, adultos, não gosta de um elogio? Em privado, ou em público, dá-nos ou não vontade de repetir, de fazer mais e melhor? 

As crianças são o espelho de nós mesmos e acabam por refletir todos os nossos comportamentos. Por isso, ao elogiar mais e criticar menos estaremos a moldar crianças mais seguras de si próprias e capazes de criar relações mais harmoniosas quando se tornarem adultas. 

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS