O preço do ouro superou esta quarta-feira a fasquia dos 5.300 dólares por onça, alcançando um novo recorde histórico, impulsionado pela fraqueza do dólar e pela expectativa em torno da decisão da Reserva Federal dos Estados Unidos sobre as taxas de juro.
O ouro voltou esta quarta-feira a renovar máximos históricos, ultrapassando os 5.300 dólares por onça nos mercados internacionais, num contexto marcado pela desvalorização do dólar e pela incerteza em torno da política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed).
Às 08:30 (hora de Lisboa), o metal precioso registava uma subida de 2,53%, cotando-se nos 5.311,08 dólares por onça, um novo recorde histórico. Com este movimento, o ouro superou os 5.200 dólares atingidos durante a madrugada, bem como o anterior máximo de 5.182,11 dólares registado na sessão de terça-feira.
Desde o início do ano, o ouro apresenta uma valorização acumulada de 22,82%, depois de ter encerrado 2025 nos 4.319,37 dólares, refletindo a procura por ativos de refúgio num cenário de incerteza económica e financeira.
A valorização do metal precioso ocorre num dia em que os mercados aguardam a decisão da Fed sobre as taxas de juro nos Estados Unidos, fator que tem condicionado o comportamento do dólar e influenciado a cotação das matérias-primas denominadas na moeda norte-americana.
Pela mesma hora, também a prata registava ganhos significativos, avançando 2,05%, para 114,37 dólares por onça, acompanhando a tendência de subida do ouro nos mercados internacionais.



