PAÍS

PAÍS -

Preço da gasolina cai 7% no primeiro semestre em Portugal. Confira Índice de gasolina no mundo

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Share on facebook
Share on twitter

TÓPICOS

Em Portugal, a queda nos preços da gasolina foi de 7%, comparando os preços da gasolina no primeiro semestre de 2020 com 2019, o que significa que um português com um salário médio pode comprar 669 litros de gasolina.

Os dados são avançados pelo site Picodi.com que examinou a mudança nos preços da gasolina em diversos países (http://globalpetrolprices.com/) e calculou quantos litros de gasolina um português médio pode pagar em 2020.

Em 39 dos 42 países europeus considerados, os preços da gasolina no primeiro semestre de 2020 foram mais baixos do que em 2019. A maior queda foi observada na Bósnia e Herzegovina (−17,8%), Ucrânia (−15,4%) e Romênia (−14%).

PUBLICIDADE

Em Portugal, a queda nos preços da gasolina foi de 7% (29.a posição), uma queda ligeira menor em relação a Itália (−6%), Reino Unido (−5,7%), Albania (−4,9%) e Estônia (−4,3%).

O site observou uma queda ligeiramente menor na Itália (−6%), Reino Unido (−5,7%), Albania (−4,9%) e Estônia (−4,3%).

Curiosamente, na Rússia, os preços da gasolina registraram aumento moderado (0,8%) e na Bielorrússia, a gasolina subiu 12,4%.

Já os russos podem aproveitar a gasolina mais barata da Europa – o preço médio da gasolina no país, convertido em rublos, é de 58 centavos de euro. Já os holandeses pagam o preço mais alto: 1,58 euros.

Comparando os preços médios da gasolina no primeiro semestre de 2020 com os dados mais recentes sobre salários médios, o Picodi  conclui que pelo segundo ano consecutivo, Suíça e Luxemburgo ostentam o melhor preço da gasolina para uma proporção salarial média na Europa. A remuneração média nesses países permite que seus cidadãos comprem, respectivamente, 3.795 e 3.320 litros de gasolina.

A Dinamarca completa o pódio com 2.484 litros.

Em Portugal, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, o salário médio é de 929 euros líquido. Isso significa que um português médio pode comprar 669 litros de gasolina com o seu salário (31.o lugar).

Os portugueses foram ultrapassados pelos espanhóis (1.127 litros) e franceses (1.462 litros). Os mais baixos no ranking foram: Grécia (632 litros), Bielorrússia (553 litros) e Bulgária (532 litros).

Moldávia, Ucrânia e Albânia ocuparam os últimos três lugares. O salário médio nesses países vale 352, 345 e 239 litros, respectivamente.

CLASSIFICAÇÃO MUNDIAL DA GASOLINA

No ranking mundial (https://infogram.com/1pkrwml607x30zc9v5zyz5r3djb3qm3jp71), as primeiras posições são ocupadas pelos países do Golfo Pérsico. Na Arábia Saudita, Catar e Kuwait, pode-se comprar de 5.112 a 8.210 litros de gasolina com um salário médio. Já no Kuwait é possível pagar 139 litros a menos que no ano passado. Por outro lado, os sauditas e catarianos podem comprar em 2020 cerca de 4.933 e 1.603 litros a mais.

A pior situação foi observada em Cuba, onde o salário médio vale apenas 28 litros (um aumento de 2 litros).

Apesar de o Tajiquistão e a Zâmbia acompanharem Cuba na parte inferior do ranking, seus cidadãos podem pagar até sete vezes mais gasolina do que os cubanos (151 e 219 litros, respectivamente).

No entanto, ser um magnata do petróleo nem sempre significa acesso mais fácil à gasolina para os cidadãos.

A Nigéria, por exemplo, produz as maiores quantidades de gasolina na África. Apesar do preço mais baixo da gasolina no mundo inteiro (0,31 euros), o salário médio relativamente baixo (165 euros) não permite que os nigerianos comprem muitos litros de gasolina – apenas 539.

É semelhante ao paraíso europeu do petróleo, a Rússia. No país que é o segundo maior produtor de petróleo do mundo do mundo, é possível pagar por apenas 919 litros com um salário médio.

Outro facto interessante é a situação na Venezuela. Neste país da América do Sul há uma quantidade limite de 120 litros per capita por mês, por cerca de 0,023 euro/litro.

Uma vez excedido o limite, a gasolina pode ser comprada apenas pelo preço de “mercado”, que é de 0,45 euro/litro e em apenas 200 postos de gasolina no país. Desta forma, os cálculos mostram que o salário médio na Venezuela é suficiente para apenas 148 litros de gasolina (120 litros subsidiados e 28 litros totalmente pagos), o que é uma diferença drástica em comparação ao resultado do ano passado de mais de 14 mil milhões de litros.

Share on facebook
Partilhe este artigo no Facebook
Share on twitter
Twitter
COMENTÁRIOS
OUTRAS NOTÍCIAS