O Tribunal da Relação do Porto rejeitou o recurso interposto pelo padre Albino Meireles, da arquidiocese de Braga, confirmando a decisão de primeira instância, do Tribunal de Matosinhos, que o condenou a uma pena suspensa de dois anos e dez meses de prisão por exibição dos órgãos sexuais a menores.
Os 13 crimes pelos quais o sacerdote foi condenado pelo Tribunal de Matosinhos, em junho, terão sido praticados em 2023, numa praia da Póvoa de Varzim. O padre foi absolvido de cinco outros crimes, sendo quatro deles exibicionismo e um de pornografia de menores.
Anteriormente, Albino Meireles já tinha confessado, em inquérito-crime, ter mantido, em Terras de Bouro, onde foi pároco entre 2016 e 2018, relações sexuais com um menor de 15 anos. O processo foi arquivado, uma vez que o rapaz, ao atingir maioridade, não apresentou queixa.
O sacerdote está suspenso de funções eclesiásticas desde que o seu nome apareceu na lista da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais na Igreja Católica.



